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Saúde
Itaboraí realiza 4º Fórum sobre Saúde Mental e Diretos Humanos
Por Saúde
Publicado em 06/11/2019
O Programa de Saúde Mental, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou na tarde da última terça-feira (05/11), o 4º Fórum Intersetorial de Saúde Mental e Direitos Humanos, na 1ª Igreja Batista de Itaboraí.
O Fórum teve como tema a “Estratégia da Inclusão, Cidadania, Benefícios Previdenciários e Saúde Mental”. Com o objetivo de capacitar os profissionais das áreas de Saúde Mental, Assistência Social, Educação, Justiça, Conselho Tutelar, Conselho de Direitos, Ministério Público, Casa do Autista, Pestalozzi, além de representantes da sociedade civil, instituições sociais e igrejas.
A assistente social Denildes da Silva foi quem iniciou a palestra, onde falou sobre Inclusão Social, sendo seguida da participação do coordenador do Programa de Saúde Mental do município, Marcos Roca.
“É muito importante estarmos juntos reunindo profissionais, sociedade civil e todos que estão envolvidos com atendimento dos serviços que prestamos. Esse é o último fórum do ano, mas queremos que em 2020 a gente continue fazendo esse tipo de reunião, trocando experiências e tirando dúvidas”, declarou Denildes.
No decorrer do evento, a assistente social do Instituto Nacional de Serviço Social (INSS) de Itaboraí, Claudia Fernanda de Souza abordou o tema Benefício de Prestação Continuada e Previdência Social e Saúde Mental. Um foco importante que a palestrante deu foi ao caso da digitalização dos serviços prestados pela Previdência.
“Todo mundo, independente de ser segurado ou não, deveria ter acesso à previdência. Quando a gente pensa em benefício, a gente fala do segurado, porque a previdência social nada mais é que um seguro, enquanto política pública. Uma questão importante é a digitalização dos serviços, a ideia de quando você abre o site é de que todos tenham acesso rápido e facilitado. Quando você informatiza você diz que ela pode criar uma senha e ter um serviço dentro de casa”, disse Claudia, acrescentando que inclusão digital ainda está longe de ser uma forma justa, porque nem todas as pessoas tem acesso a internet.
Por Larissa Bastos