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Saúde
Itaboraí participa de seminário sobre implantação da Rede Cegonha
Por Saúde
Publicado em 26/08/2014
Profissionais da secretaria municipal de Saúde de Itaboraí participaram do I Seminário de Boas Práticas no Pré-Natal, Parto e Nascimento – Rede Cegonha Metropolitana II, no Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP), em Niterói, na última quinta-feira (20). Promovido em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde, o evento debateu questões relacionadas à saúde materno-infantil, tendo em vista a implantação da Rede Cegonha na Região Metropolitana 2, que abrange as cidades de Niterói, Itaboraí, Maricá, Rio Bonito, São Gonçalo, Silva Jardim e Tanguá.
Representando o secretário municipal de Saúde, a coordenadora da Rede Cegonha em Itaboraí, Cristiane Feitosa, que participou da mesa de abertura, destacou a importância do seminário para a multiplicação das informações.
“Este é um momento para se repensar como as nossas práticas podem ser mais seguras, humanizadas e qualificadas na área materno – infantil. Essa mudança não é uma tarefa fácil, por isso consideramos essa discussão fundamental por priorizar o profissional de saúde como agente transformador deste modelo assistencial”, pontuou.
A enfermeira Marcelle Pinto da Silveira e a médica Glendys Maria Ferreira, ambas da Unidade de Saúde da Família de Joaquim de Oliveira, apresentaram o trabalho “Boas práticas do pré-natal no Saúde da Família”. Equipes da rede de Atenção Básica, enfermeiras do Hospital Municipal Desembargador Leal Junior, profissionais da Vigilância Epidemiológica e do Núcleo de Educação Permanente também marcaram presença no evento.
A Rede Cegonha é uma estratégia do Ministério da Saúde, implantada em algumas regiões do país em 2011, que atua como um modelo de atenção para a organização da rede de atendimento à saúde da mulher e da criança com foco na atenção ao parto, ao nascimento, ao crescimento e ao desenvolvimento da criança de zero aos vinte e quatro meses.
A implantação do projeto visa assegurar às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo, à atenção humanizada à gravidez, parto, abortamento e puerpério, e às crianças o direito ao nascimento seguro, crescimento e desenvolvimento saudável, que tem entre os seus principais impactos positivos, a redução da mortalidade materna e infantil.
Ao todo são cinco as fases de operacionalização da Rede Cegonha: diagnóstico e adesão; desenho regional; contratualização dos pontos de atenção, qualificação dos componentes e certificação.
Texto: Renata Nery
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