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Educação

Alunos da rede municipal de ensino visitam quartel do Corpo de Bombeiros

Por Educação

Publicado em 12/06/2019

48045169531_bcffaac3d8_zNa tarde da última terça-feira (11/06), alunos da Escola Municipal Professora Marly Cid Almeida de Abreu, em Nancilândia, visitaram o quartel do Corpo de Bombeiros Militar de Itaboraí, no Centro, como parte do Projeto Defesa Civil na Escola. E acompanharam o dia a dia da corporação.

O subsecretário de Defesa Civil, Marlon Pina, comentou a importância da informação básica para os jovens. E o projeto visa levar para a escola um pouco de noções básicas de Defesa Civil, primeiros socorros, acidentes domésticos, desastres naturais e outros.

48045201363_792a52e866_z“Pré-adolescentes, de 10, 12 anos de idade podem atuar e fazer algo para ajudar. A gente acha que eles não prestam atenção, mas eles absorvem os ensinamentos, se tornam agentes multiplicadores. Eles levam o conhecimento que aprendem para os pais, amigos e conhecidos. Outro fator fundamental é passar para eles os telefones úteis. Muitas vezes os pais e professores não tem conhecimento do número do bombeiro, da polícia, da SAMU, são coisas pequenas, mas que fazem diferença”, completou Marlon.

48045169531_bcffaac3d8_zPara a professora do 5º ano, Wagna Ferreira, projetos como esse ajudam todos os envolvidos no ambiente escolar. “Essa ação é essencial porque eles mostraram coisas práticas. Se acontecesse um acidente em casa, o que fazer e principalmente o que não pode ser feito, como socorrer, ligar para onde, todos os mecanismos de socorro. Foi importante para os alunos e também para os professores. Além de despertar o interesse por uma profissão como a dos bombeiros”, afirmou a professora.

Sara da Silva, de 10 anos, se mostrou empolgada com a visita ao quartel. “Achei muito divertido andar na ambulância. Acho a profissão de bombeiro muito legal, mas não teria coragem de ser uma, parece perigoso. Achei importante aprender sobre como socorrer as pessoas, o que podemos fazer para ajudar”, disse a aluna, que tem o sonho de se tornar advogada.

 

Por Larissa Bastos

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